Bike Flor: Pedalando rumo à liberdade feminina  

O grupo que transforma a rotina em uma aventura sobre duas rodas

por Maria Júlia Freitas

Matéria assinada por: Maju Freitas

Em 2016, surgia o grupo Bike Flor. Até hoje, não se sabe ao certo quem fundou. Sabe-se que, na época, havia várias administradoras, uma delas Angélica Lima, que ao longo dos anos se viu sozinha na administração do grupo. Em 2018/2019, Angélica teve a iniciativa de dar uma ‘repaginada’ no uniforme como forma de incentivar e reerguer o grupo, que já não tinha mais pedais. A partir daí o grupo ganhou o formato de não ser apenas um espaço para marcar pedais. Dessa forma “o grupo acaba cumprindo uma função social de fortalecer as a mulheres, mostrando que podem muito mais do que ser dona de casa, profissional, mãe, esposa, filha…” lembra Angelica.

Com 201 mulheres comprometidas, e uma missão que vai além do asfalto, o Bike Flor é um exemplo da união e força feminina através do ciclismo.


Desafiando convenções sociais

O Bike Flor é mais do que um grupo de ciclistas; é um movimento que cresce a cada pedalada.

. À medida que o Bike Flor continua a crescer, torna-se claro que este não é apenas um grupo de ciclismo; são mulheres que pedalam rumo à liberdade feminina, desafiando normas e inspirando outras mulheres a conquistarem o mundo sobre duas rodas.

Angélica compartilha sua paixão pelo ciclismo como uma forma de libertação e autoexpressão para as mulheres. “A bicicleta é mais do que um meio de transporte; é uma ferramenta para que as mulheres se reconectem consigo, superem desafios e construam uma comunidade forte e solidária.”

Crescendo em números

Atualmente o projeto conta com a participação ativa de 201 mulheres. Cada uma delas com histórias únicas, mas todas compartilham o desejo de explorar novos horizontes sobre duas rodas.

O grupo oferece um ambiente acolhedor para ciclistas de todos os níveis, desde iniciantes até veteranas, promovendo a inclusão e o crescimento mútuo. Toda terça-feira as integrantes se reúnem para o pedal oficial do grupo. Além de ser uma oportunidade para treinos, especialmente para aquelas que estão iniciando no mundo do ciclismo, esses encontros semanais se tornam momentos preciosos de compartilhamento e apoio mútuo. Angelica Lima destaca que a pedalada não é apenas física, mas também uma jornada de crescimento pessoal e coletivo.

Impacto além das pedaladas

O Bike Flor transcende as pedaladas regulares. O grupo tem se envolvido em iniciativas sociais, promovendo eventos beneficentes e causas que buscam melhorar a vida das mulheres em diversas esferas. Angelica enfatiza que o Bike Flor não é apenas sobre o ciclismo; é sobre construir uma comunidade que inspire e fortaleça mulheres a explorar seu potencial em todas as áreas da vida.

O grupo cresce a cada pedalada. Um espaço onde mulheres encontram apoio umas nas outras. Desafios superados, histórias superadas e a conquista de um mundo sob duas rodas!

 
Angélica Lima uma das adms do grupo de mulheres Bike Flor e colaboradora do Diário Delas

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